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Implante dentário ne terceira idade ou protocolo sobre implante? Ambos recuperam autoestima dos pacientes em idades mais avançadas

Será que preciso de um implante dentário? Essa é uma dúvida que passa na cabeça de muitas pessoas. Uma pesquisa da Associação Americana de Cirurgiões Orais e Maxilofaciais estima que sete em cada dez adultos – entre 35 e 44 anos – já perderam um dente por acidentes, cáries ou doenças. Ou seja, em tese, 70% das pessoas podem precisar de implantes dentários em algum momento da vida.

Implante dentário ou protocolo sobre implante

Um dos procedimentos mais complexos da odontologia, os implantes dentários promovem a reabilitação oral e estética e, ao contrário do que se imagina, podem ser realizados em pacientes de qualquer faixa etária, incluindo a terceira idade. Há a possibilidade de realizar os implantes dentários tradicionais, quando há a substituição de uma ou mais raízes de dentes, ou o chamado protocolo sobre implante, um procedimento voltado a pessoas que perderam todos os dentes ou usam próteses totais.

Quando existe a disponibilidade de ossos, o dentista pode optar por realizar um ou mais implantes dentários. No entanto, em alguns pacientes, pode haver a necessidade de colocar implantes que substituam a arcada dentária como um todo. A escolha da técnica será feita pelo profissional, conforme as condições do paciente. Independentemente do tratamento escolhido, o planejamento envolve não só questões de saúde e qualidade de vida, mas também relacionadas à odontologia estética.

“No protocolo sobre implante, em um primeiro momento, fazemos a avaliação dos locais onde serão implantados os pinos, que vão dar suporte para as próteses. O tratamento em si é realizado em duas etapas, com a implantação dos pinos antes da prótese”, explica Nacarato. O período de recuperação está cada vez mais rápido e já existe a possibilidade de incluir as próteses em períodos de até 72 horas.

O principal benefício desse tipo de tratamento está no aumento da qualidade de vida dos pacientes, já que as mudanças são estéticas e também de saúde. “Há melhorias na mastigação e o que escutamos em consultório é que os pacientes passam a se sentir mais seguros para conversar e retomar suas vidas sociais”, explica Nacarato, que é especialista em Prótese Dental e Reabilitação Oral e realiza implantes dentários em seu consultório.

 A definição sobre o uso de implantes ou do protocolo sobre implantes depende do quadro clínico, da anamnese (entrevista detalhada realizada com os pacientes) e dos exames de imagem, que vão indicar, entre outros aspectos, a disponibilidade dos ossos para os tratamentos. A evolução da tecnologia e das técnicas faz com que o pós-operatório seja rápido e praticamente indolor, mesmo em pacientes com idade avançada.

 Como é o implante dentário

A descrição do procedimento é simples e costuma assustar: trata-se da colocação de pinos/parafusos de titânio (ou zircônio) no tecido ósseo, substituindo a raiz do dente, seja para um dente apenas ou para vários. “O maior benefício do implante é a devolução da capacidade de mastigação e de um sorriso esteticamente perfeito ao paciente”, explica Nacarato.

Apesar de o índice de sucesso do procedimento ser superior a 95%, muitas pessoas acreditam que há risco de o corpo rejeitar os implantes. O uso de materiais adequados (em titânio ou zircônio) oferece garantia vitalícia e confirma a eficácia do procedimento, sem risco de infecções ou insucessos. Os cuidados da higienização e nas visitas de manutenção ao dentista garantem a eficácia e durabilidade do tratamento.

E um dos aspectos mais importantes para o resultado está no planejamento. “São necessários diversos exames clínicos, baseados em radiografias e tomografias, para conseguir pensar no procedimento como um todo”, ressalta Nacarato, especialista em implante dentário em São Paulo. “As tecnologias atuais permitem pensar todo o procedimento antes de realizar qualquer corte no paciente. Isso gera resultados satisfatórios e um pós-operatório mais tranquilo”.

Expectativa de vida 

A perda de um ou mais dentes é negativa em diversos aspectos. Na mastigação, que fica comprometida devido ao espaçamento entre os dentes. Com isso, os demais dentes são mais exigidos para compensar os faltantes, podendo se desalinhar ou abalar a arcada dentária. A fala é atacada em um segundo momento, pois a falta de dentes pode afetar a fonética das palavras. E a parte estética completa a lista, sendo que influencia não só na aparência, mas também na vida social e profissional de cada um. “Os implantes estabilizam a mastigação, oferecem conforto e segurança aos pacientes. É um tratamento com alto índice de sucesso”, afirma o profissional.

 A boa alimentação, com todos os componentes nutritivos, está muito relacionada à alta expectativa de vida. E para alimentar-se bem, é preciso estar com a arcada dentária completa, para que seja algo prazeroso. “A falta de dentes pode comprometer a ingestão de alimentos mais duros ou consistentes, fazendo com que o paciente tenha algumas restrições alimentares. Poder comer tudo, de forma saudável, o que beneficia em todos os sentidos, inclusive na saúde bucal”, explica Nacarato. Além disso, sorrir com segurança também influencia em uma vida longa: estudos comprovam que, quanto maior a quantidade de sorrisos, mais tempo de vida.

Quem pode realizar implante dentário?

É importante salientar que todas as pessoas podem realizar o implante dentário, desde que estejam com boa saúde e que tenham condições ósseas para o procedimento. Com técnicas avançadas e equipamentos de ponta, que conta com pinos modernos para o implante, tanto a cirurgia quanto o pós-operatório são tranquilos, com o mínimo desconforto e com baixos índices de rejeição.

 Que tal aumentar a expectativa de vida e garantir um belo sorriso? Venha conversar com a gente e realize seu implante dentário em São Paulo.

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Responsável Técnico - Dr. Paulo Nacarato (CROSP 36130)| Clínica Nacarato Odontologia (CROCL9597)

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