Visitar o dentista é fundamental para identificar a causa do mau hálito em São Paulo; estimativa da ABHA mostra que quase 60 milhões de pessoas convivem com a situação

O mau hálito é um daqueles incômodos persistentes na vida de qualquer pessoa, pois atrapalha tanto no profissional quanto no pessoal. Estudos indicam que todas as pessoas vão ter mau hálito em algum momento – seja em uma fase ou com a incômoda halitose.

De acordo com Paulo Nacarato, dentista responsável pela clínica que leva seu nome, a maior parte dos casos de halitose tem origem bucal, especialmente a língua saburrosa e as doenças de gengiva não tratadas. Via de regra, as consultas regulares aos dentistas, que devem ser realizadas duas vezes ao ano, evitam que a situação vire um problema por impedirem o desenvolvimento ou tratarem em estágio inicial possíveis desordens periodontais.

30% dos brasileiros sofrem com a halitose

A Associação Brasileira de Halitose (ABHA) estima que 30% da população do Brasil – cerca de 60 milhões de pessoas – sofrem com o mau hálito. O problema é um reflexo de que há algo de errado com o organismo, o que exige cuidados, geralmente iniciados com a consulta com um profissional da odontologia. Calcula-se que existam 90 causas diferentes da halitose. Ainda que, em 90% dos casos, a origem do problema seja na cavidade bucal, é preciso investigar se a situação está atrelada a algum problema sistêmico, que envolve órgãos internos, como rins, fígado e intestino – o estômago apresenta um dos índices mais baixos de causa da halitose. Diversas situações podem ser a origem do problema: cáries abertas e extensas, gengiva inflamada, próteses mal adaptadas, dentes semi-inclusos, entre outros. “Somente uma consulta com o dentista vai permitir identificar a origem do problema e garantir o tratamento adequado. Os resultados são rápidos e devolvem a segurança e autoestima para a vida cotidiana”, afirma Nacarato, que atende inúmeros casos de mau hálito em São Paulo, no consultório.

As diferentes origens do mau hálito 

Como dito acima, o mau hálito pode ser decorrente de diversas questões, como as fisiológicas (jejum prolongado; o mau hálito matinal), as concentradas na boca (má higiene bucal, acúmulo de bactérias e placas na língua ou amígdalas, baixa produção de saliva, doenças da gengiva, como periodontites e inflamações) e as razões sistêmicas (diabetes, problemas nos rins, fígado ou intestino) e até o estresse. “Este é um assunto complicado, pois mexe com a autoestima e a vida social das pessoas. Por esse motivo, ao detectarmos o problema, buscamos identificar as causas e trabalhar de forma multidisciplinar com outros profissionais para resolver definitivamente esta situação”, explica o dentista, que conta com mais de 30 anos de experiência na área. Um dos tabus é relacionar o mau hálito com problemas do estômago. Segundo a ABHA, somente 2% dos casos de halitose apresentam esse diagnóstico.

Inflamações

A língua, em geral, concentra a principal causa da halitose, seja pela dificuldade de higienização ou por alguma doença específica. No entanto, outro problema que deve ser levado em consideração são as inflamações na boca, consideradas a segunda causa mais comum. Em um caso de gengivite ou periodontite, o hálito é diretamente afetado e, sem que haja o tratamento dessas doenças, dificilmente será resolvido. Se houver uma concentração de placa bacteriana da boca, a gengiva se inflama, podendo levar a problemas mais graves, como as doenças periodontais.

“Algumas pesquisas indicam que nove em cada dez casos de halitose têm origem na boca. Por isso, as consultas regulares costumam evitar seu surgimento. Contudo, outros fatores podem influenciar, como problemas nas vias aéreas, em razão de origem metabólica ou de outros fatores sistêmicos”, diz o especialista em Reabilitação Oral.

De acordo com o profissional, a halitose pode ser medida em uma escala que varia de 0 (ausência de odor) a 4 (a chamada halitose social, sentida pelas pessoas que convivem no dia a dia).

Como é a consulta?

– O paciente conta sobre o problema, e o dentista se aprofunda no diálogo, tentando identificar as razões para a origem do mau hálito.

– Entre as questões que podem influenciar, estão problemas nas vias aéreas, hábitos alimentares, sociais, entre outros aspectos.

– Em seguida, é realizada a consulta e o dentista pode realizar uma série de exames em consultório e pedir testes complementares.

– A halitose pode ser contornada no consultório, mas, caso perceba que a origem possa estar ligada a outros órgãos, ele vai encaminhar o paciente a diferentes profissionais.

Está com problemas de mau hálito em São Paulo? Não deixe de agendar uma visita na Clínica Nacarato e sinta-se à vontade para relatar seus problemas e encontrar as melhores soluções.
CategoryOdontologia

Responsável Técnico - Dr. Paulo Nacarato (CROSP 36130)| Clínica Nacarato Odontologia (CROCL9597)

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